segunda-feira, 27 de abril de 2009

Reflexão


Se stressar pra quê?
Por Mayara Benatti

Correria. Relógio. Rapidez. Pressa. Falta de tempo. Cansaço. Prova. Trabalho. Stress! Essas são as palavras que mais nos acompanham depois de um momento de nossas vidas. Não temos tempo para nada. Outro dia conversando com amigos a FALTA DE TEMPO era a protagonista nas nossas histórias rotineiras. Não ligamos para fulano porque não tivemos tempo. Não fomos ao dentista porque estava correndo. Não fiz a unha porque não tenho mais tempo para isso.Não desci com o cachorro porque cheguei cansada e fui descançar. Se pararmos para pensar um pouquinho a nossa vida está sendo resumido à falta de tempo. Daqui a pouco, mas muito brevemente mesmo, para não dizer agora, não encontraremos TEMPO para viver.

Abdicamos de tudo e de todos para viver em função do trabalho, da faculdade, do colégio ou do que exigir exageradamente a nossa atenção. Não estou levantando aqui a bandeira do ócio, longe disso, até porque sem esses afazeres o que seriam dos momentos de diversão e relaxamento? Nada.  

A grande questão é: Por que exigimos mais do que podemos oferecer? Por que temos que ser sempre perfeitos? Por que condenar o erro? Resposta comum: Por que o mundo lá fora não para e exige profissionais e pessoas perfeitas, aptas para lidar com um mundo perfeito. Mas qual a concepção de perfeição? Quem disse que o  mundo no que vivemos hoje é perfeito, atingiu o auge da intactabilidade? Viu como esse assunto é mais complexo?

O mundo tem como engenheiros nós, seres humanos, que possuem o direito e o dever de errar e parar um pouco. O errar não é uma característica só minha ou sua, se não o mundo seria perfeito, formado por construtores perfeitos ele seria o espelho dessa perfeição. MAS NÃO É! Portanto erre, aprenda, pare e evolua.

Se stressar para quê? Por que querer entender questões e problemas que nem mesmo o mundo entende? O que temos que fazer é viver a vida, lembrar que a correria, o stress, o cansaço fazem parte dela, mas que a diversão, a calma, a paciêcia e o erro também.

Lembre-se que muitos ERROS são a porta de entrada para o RISO.


terça-feira, 31 de março de 2009

Solidariedade

União de Forças

Vivemos em uma sociedade capitalista. Moldada para pensar somente nos lucros, na ascenção e sucesso pessoal. Esse comportamento está tão exacerbado que tendemos a generalizar e a atribuir essas características a todos os indivíduos. É nesse momento que entra em cena um grupo de jovens do Rio de Janeiro que quebra todos os paradigmas.

Pensar no bem-estar, na felicidade e conforto alheio, e agir para que isso aconteça, não é a postura que predomina entre as pessoas - se fosse não haveria tanta gente passando necessidade - mas para o grupo UNIÃO  DE FORÇAS essa é a idéia inspiradora. 

Formado por estudantes entre 18 e 19 anos, o grupo nasceu timidamente e ainda atua de maneira singela. Toda a solidariedade é voltada para a instituição Obras Sociais Novo Palmares e para a comunidade nal qual está localizada.

A creche abriga 130 crianças entre 2 e 5 anos. Inicialmente era conveniada pela Prefeitura do Rio, hoje, desvinculada desta, passa por muitas dificuldades. As carências são expressivas: vão desde alimentos a afeto e carinho.

Diante das relações frágeis, amizades passageiras e sentimentos descartáveis, pessoas com essas idéias e propostas não conseguem passar despercebidas. Destacam-se e devem tocar o interior, a mente de cada um de nós, despertando-nos para o que realmente vale a pena, para a verdadeira essência de ser humano.

Para os que se interessarem pelo grupo e quiserem saber mais informações e para aqueles que quiserem ajudar, manifestem-se pelo blog que entraremos em contato. 

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Especial

Fim de ano!

Por Mayara Benatti

Fim de ano. Época de união, fraternidade, carinho. O mundo reveste-se de verde, vermelho e branco. O espírito de solidariedade fica mais evidente. É tempo de renovar nossos sentimentos, de comemorar com os familiares, de rever os acontecimentos do ano que está acabando. O saldo foi positivo? Não teve um ano muito bom? Perdeu pessoas queridas? Conquistou um emprego? Entrou na faculdade? Teve um filho? Fez uma viagem? Muitas coisas podem acontecer em um ano, mesmo tendo a sensação de que passa rápido, e realmente passa.

Algumas coisas não muito agradáveis ocorrem e queremos que o ano passe o mais rápido possível. Outras são muito felizes, muito prazerosas que queremos guardar essa sensação para sempre, ao ponto de pedir que o tempo pare.

O final do ano é a chance que temos de assistir nosso filme, produzido com muito esmero e cuidado ao longo de um ano.

Rebubinamos a fita e paramos nas dificuldades. Aprecie com cuidado, tiraremos lições ou até mesmo boas gragalhadas, se a ferida já estiver cicatrizado.

Passando mais adiante, chegamos aos momentos que desejaríamos a eternidade. Observamos em câmera lenta, vamos e voltamos sem cansar. Estes ficam como inspiração para o ano que vem.

No desfecho da trama estamos nós reunidos à mesa com a família trocando presentes e carinhos de Natal. Em nossa cabeça está a sensação de mais um ano que se passou, o agradecimento pela vida e a expectativa para o próximo.

Um feliz Natal e um ótimo 2009.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Música

Quem não gosta de samba, bom sujeito não é!

Por Mayara Benatti


A Rede Globo transmitiu, ontem a noite, o especial SOM BRASIL que homenageou Dorival Caymmi.

Em grande estilo, o programa apresentado por Camila Pitanga, reuniu cantores da nova geração como Margareth Menezes, O grupo Moinho de Emanuelle Araújo, Zeca Baleiro e a família Caymmi, composta pelos filhos e neta de Dorival.

As musicas mais famosas do cantor/compositor adquiriram novos arranjos que revitalizaram e renovaram seu legado musical.

Dentre as cancoes apresentadas estiveram "Nem Louco", "Nem eu" e "Copacabana", interpretadas pelos Caymmi; Margareth Menezes cantou "Pescaria", "Morena do mar" e fez um medley de "Suite dos pescadores" e "Temporal"; o grupo Moinho fez um medley de "Você já foi a Bahia", "O que 'e que a baiana tem?" e "Vatapa", alem de "Saudade da Bahia", "Samba da minha terra" e "Maracangalha"; Por fim, Zeca Baleiro interpretou "Dora", "Marina" e "Rosa Morena".

O programa foi uma grande oportunidade para os mais jovens terem contato com uma musica de qualidade e conteúdo, o que 'e difícil de se encontrar ultimamente e o que faz com que programas como esse sejam valorizados e reconhecidos.

A atracão foi um especial de fim de ano e aproveitou para homenagear esse ícone da musica brasileiro, que morreu em Agosto desse ano aos 94 anos.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Moda

Verão 2009 democrático!

Por Mayara Benatti

Neste fim de semana daremos as boas vindas ao verão. No domingo estaremos na estação do ano mais desejada pelos brasileiros.

Por conta disso, nada melhor do que se atualizar com relação as tendências da moda. Fique atento às dicas, quem sabe você ainda não aproveita para fazer uma limpeza no armário e doar as roupas que já não usa mais!

O verão será democrático, têm opções para todos os gostos e estilos.

A grande aposta está nos maiôs. Eles não servem apenas para ir à piscina ou à praia, muitas mulheres não gostam de usá-los porque não deixam uma marca de sol muito bonita e realmente é verdade, mas os maiôs servem como ótimos tops ou bodys. Usá-los com calças ou shorts será uma ótima aposta nesse verão. Aproveite as inovações nos modelos que estão cada vez mais modernos e chics!

Os vestidos também aparecem com tudo e com todos os estilos para agradar as mulheres mais exigentes. Vão dos mais curtos, aos mais longos, use o bom-senso na hora da escolha.

As calças não ficam de fora só porque é verão. O destaque está nos modelos "boca-de-sino" ou "pantalona", que são as calças com bocas largas. As mulheres altas podem usar à vontade e as baixinhas também, basta resolver o problema com um salto alto.

As estampas são diversas, vão das flores às listras, e as cores baseiam-se no bege, branco, verde, rosa e preto, que é sempre básico.

Para os homens as bermudas cargos são a grande aposta. Regatas, blazers para usar com bermudas e calças também serão a aposta do verão.

Você com certeza não vai deixar de arrasar no verão por falta de opção, a estação mais quente do ano está ficando cada vez mais democrática.

Maiôs: http://moda.terra.com.br/fashionrio2009verao/galerias/0,,OI67405-EI11617-FI783731,00.html

Calças: http://moda.terra.com.br/fashionrio2009verao/galerias/0,,OI67401-EI11617-FI783675,00.html

Vestidos: http://moda.terra.com.br/fashionrio2009verao/galerias/0,,OI67396-EI11617-FI783658,00.html

Reflexão

Lições da Vida

Por Mayara Benatti

É difícil chegarmos a esta conclusão, muitas pessoas demoram uma vida inteira para reconhecer que, na verdade, não somos nada. Antes de nos depararmos com uma grande dificuldade ou sofrimento acreditamos que somos os donos da nossa própria vida. Cremos, fielmente, que podemos fazer o que bem entendemos, na hora desejada porque quem sabe da nossa vida somos nós. Acreditamos que nada irá nos atingir, que somos protegidos por uma bolha que rebate todos os momentos de amargura.

Doce ilusão. Somos apenas personagens dessa peça dramática que é a vida, regida por uma força superior, por um Deus, por uma energia ou pelo que cada um acreditar.

Passar por um sofrimento que vem acompanhado do medo da perda, seja de algum parente; amigo; ou de algo que se estime muito, é extremamente doloroso. Mas também dotado de aprendizado.

Nossa cabeça se transforma em uma tela de cinema onde repassamos todos os acontecimentos da nossa vida até o momento presente. Todos os momentos de felicidade, sorrisos, alegria, saúde; e então questionamos o porquê desse sofrimento todo. O porquê não seria correto, mas sim o pra quê.

A lição de todo esse pesadelo surge mais à frente, às vezes nem percebemos sua manifestação; às vezes o “abrir dos olhos” não se destina a nós, mas a alguém muito próximo. Mesmo assim todos os envolvidos aprendem algo.

A primeira das lições é a já mencionada desapropriação dos rumos da vida por parte dos seres humanos; a segunda é a valorização das pequenas coisas, das pequenas conquistas, que juntas constroem uma imensa vitória; a terceira é a maturidade (forçada) adquirida; a quarta é a valorização ou apego às coisas que transcendem, se não acreditamos passamos a acreditar, se acreditamos revitalizamos nossa crença; a quinta é o auto-conhecimento, passamos a ter idéia do tamanho do nosso afeto, do tamanho do nosso sentimento pelas coisas e pelas pessoas, e como reagimos em determinadas situações; a sexta é a força que descobrimos que possuímos, ela surge não sabemos da onde e é o que nos mantêm em pé.

Já dizia Nietzsche, com uma filosofia estóica, de que o sofrimento faz parte da evolução humana. Temos que sofrer para atingirmos a nossa essência, o alvo, o super-homem ( ideal de ser humano para Nietzsche).

Uma vez cientes dessa realidade, aprenderemos a extrair mais lições das dificuldades.